Reformulação do Sistema Prisional e a Criminalidade

10-04-2017 12:23

 

Se faz necessário a reformulação do sistema prisional do Brasil com urgência, para o bem da sociedade brasileira e para o bem dos presidiários. Pois este sistema não passa de um sistema falido e estagnado que nunca recuperou ninguém. Pelo contrário, são verdadeiras escolas do crime formadoras de indivíduos de alta periculosidade.

 

Reformular esse sistema penal-prisional não é diminuir a idade penal, implantar prisão perpétua e pena de morte, mas sim criar polos prisionais que sejam ao mesmo tempo educacionais, profissionalizantes e trabalhistas. Ou seja, um verdadeiro sistema prisional é formulado por trabalho e livros, sem sub-lotação de suas unidades prisionais.

 

Com a reformulação deste sistema seria possível se aplicar e trabalhar diversas metodologias humanísticas com os presidiários. 

 

Outro fator grave do sistema falido prisional é que o ex-presidiário carrega a culpa do seu crime para o resto da vida, pois mesmo pagando sua pena, o seu nome continua no banco dos criminosos. Isso é na verdade uma pena perpétua, pois nessa sociedade cruel, violenta e preconceituosa pouquíssima gente dá oportunidade para um ex-criminoso. Este fator grave é um dos motivos que leva a não recuperação dos criminosos e faz com que eles voltem para a vida do crime quando saem do sistema prisional.

 

Observação: 

 

1ª) A criminalidade só será combatida de frente quando os Governantes dessa nação começarem a investir em políticas sociais humanísticas, como a criação de creches, polos culturais e de lazer e a melhoria do sistema educacional em áreas sociais criticas. Ou seja, investir nos seres humanos que estão nas áreas de periferia e de favela. Exemplo:  

 

Quando o Exército foi chamado para invadir com a Policia o Morro do Alemão e dar pente fino em barraco por barraco era para depois disso tudo ter montado grandes programas sociais para prevenir que os moradores dessa área não passarem para o lado do crime, como Projetos e oficinas de cultura, educacional, esportivas e sociais e de geração de emprego, como oficinas de costuras, tecelagem e artesanato ou incentivos de cooperativas. As crianças e jovens dessa área estarem em escola de período integral ou em escola de ensino técnico, para não se envolverem com a criminalidade (ônibus escolares levando e trazendo elas). Além disso, era para o Morro do Alemão ficar com portarias com a Polícia controlado quem entra e quem sai de dentro da favela, por meio de detector de metal de mão e cães farejadores para vistoria dos carros e malas suspeitas. Fazer um projeto de polícia comunitária dentro da favela ( para os polícias dessa área não se contaminarem com a criminalidade, eles só podem ficar 2 anos no máximo nesse local, depois têm que ser trocados por outros policiais de outra área. Ou seja, a cada 2 anos os polícias rodam de local de serviço). Colocar câmeras de filmagens em ponto estratégicos da favela. Ou seja, um projeto de sócio-educacional-cultural-urbano, com ajuda do governo Federal e de ONGs. Mas o que foi feito, o Exército entro com a Polícia e depois abandonaram tudo, e olha o resultado agora? A Policia é recebida a bala no Morro do Alemão, pois a política de segurança do Rio de Janeiro sempre foi a da Bala.

Agora se a cúpula da segurança publica  é da mesma opinião de certos Jornalistas e Políticos, a da bala, o resultado é esse ai! Nada com nada, dente por dente, choro por choro, desgraça por desgraça e tristeza por tristeza.

 

Lembro aqui ainda, que a política da bala praticado por este Estado já dura mais de 30 anos! Se o mesmo Estado tivesse investido e cuidado dessa situação como descrito por mim e não pela idéia da política da bala dos Senhores  políticos, esse Estado já teria dado frutos nessa área e não estaria nessa situação.

 

Por tanto, nada adiantar colocar as Forças Armadas nas Ruas de um local que enfrenta grandes índices de criminalidade se não existir planos de projetos efetivos de inclusão social e desenvolvimento educacional , humano e cultural.  As Forças Armadas só atenua o problema que voltará logo mais com força, pois o problema não foi tratado como se deveria para ir perdendo força. Inclusive,  as ações de inteligência para achar fornecedores de armas e drogas para as favelas são muito precária. 

 

É importante frisar aqui,  que quando se fala em politica de segurança e liberar verba para ela a conversa e a ideia é: Vamos comprar Tanques de Guerra, Helicópteros , Bazuca e Fuzil para armas nossas Polícias. 

Quando o Exército foi chamado para invadir com a Policia o Morro do Alemão e dar pente fino em barraco por barraco era para depois disso tudo ter montado grandes programas sociais para prevenir que os moradores dessa área não passarem para o lado do crime, como Projetos e oficinas de cultura, educacional, esportivas e sociais e de geração de emprego, como oficinas de costuras, tecelagem e artesanato ou incentivos de cooperativas. As crianças e jovens dessa área estarem em escola de período integral ou em escola de ensino técnico, para não se envolverem com a criminalidade (ônibus escolares levando e trazendo elas). Além disso, era para o Morro do Alemão ficar com portarias com a Polícia controlado quem entra e quem sai de dentro da favela, por meio de detector de metal de mão e cães farejadores para vistoria dos carros e malas suspeitas. Fazer um projeto de polícia comunitária dentro da favela ( para os polícias dessa área não se contaminarem com a criminalidade, eles só podem ficar 2 anos no máximo nesse local, depois têm que ser trocados por outros policiais de outra área. Ou seja, a cada 2 anos os polícias rodam de local de serviço). Colocar câmeras de filmagens em ponto estratégicos da favela. Ou seja, um projeto de sócio-educacional-cultural-urbano, com ajuda do governo Federal e de ONGs. Mas o que foi feito, o Exército entro com a Polícia e depois abandonaram tudo, e olha o resultado agora? A Policia é recebida a bala no Morro do Alemão, pois a política de segurança do Rio de Janeiro sempre foi a da Bala.
Agora se a cúpula da segurança publica  é da mesma opinião de certos Jornalistas e Políticos, a da bala, o resultado é esse ai! Nada com nada, dente por dente, choro por choro, desgraça por desgraça e tristeza por tristeza.
 
Lembro aqui ainda, que a política da bala praticado por este Estado já dura mais de 30 anos! Se o mesmo Estado tivesse investido e cuidado dessa situação como descrito por mim e não pela idéia da política da bala dos Senhores  políticos, esse Estado já teria dado frutos nessa área e não estaria nessa situação.
 
Por tanto, nada adiantar colocar as Forças Armadas nas Ruas de um local que enfrenta grandes índices de criminalidade se não existir planos de projetos efetivos de inclusão social e desenvolvimento educacional , humano e cultural.  As Forças Armadas só atenua o problema que voltará logo mais com força, pois o problema não foi tratado como se deveria para ir perdendo força. Inclusive,  as ações de inteligência para achar fornecedores de armas e drogas para as favelas são muito precária. 
 
É importante frisar aqui,  que quando se fala sem politica de segurança e liberar verba para ela a conversa e a ideia é: Vamos comprar Tanques de Guerra, Helicópteros , Bazuca e Fuzil para armas nossas Polícias. 
 
 
 
Quando o Exército foi chamado para invadir com a Policia o Morro do Alemão e dar pente fino em barraco por barraco era para depois disso tudo ter montado grandes programas sociais para prevenir que os moradores dessa área não passarem para o lado do crime, como Projetos e oficinas de cultura, educacional, esportivas e sociais e de geração de emprego, como oficinas de costuras, tecelagem e artesanato ou incentivos de cooperativas. As crianças e jovens dessa área estarem em escola de período integral ou em escola de ensino técnico, para não se envolverem com a criminalidade (ônibus escolares levando e trazendo elas). Além disso, era para o Morro do Alemão ficar com portarias com a Polícia controlado quem entra e quem sai de dentro da favela, por meio de detector de metal de mão e cães farejadores para vistoria dos carros e malas suspeitas. Fazer um projeto de polícia comunitária dentro da favela ( para os polícias dessa área não se contaminarem com a criminalidade, eles só podem ficar 2 anos no máximo nesse local, depois têm que ser trocados por outros policiais de outra área. Ou seja, a cada 2 anos os polícias rodam de local de serviço). Colocar câmeras de filmagens em ponto estratégicos da favela. Ou seja, um projeto de sócio-educacional-cultural-urbano, com ajuda do governo Federal e de ONGs. Mas o que foi feito, o Exército entro com a Polícia e depois abandonaram tudo, e olha o resultado agora? A Policia é recebida a bala no Morro do Alemão, pois a política de segurança do Rio de Janeiro sempre foi a da Bala.
Agora se a cúpula da segurança publica  é da mesma opinião de certos Jornalistas e Políticos, a da bala, o resultado é esse ai! Nada com nada, dente por dente, choro por choro, desgraça por desgraça e tristeza por tristeza.
 
Lembro aqui ainda, que a política da bala praticado por este Estado já dura mais de 30 anos! Se o mesmo Estado tivesse investido e cuidado dessa situação como descrito por mim e não pela idéia da política da bala dos Senhores  políticos, esse Estado já teria dado frutos nessa área e não estaria nessa situação.
 
Por tanto, nada adiantar colocar as Forças Armadas nas Ruas de um local que enfrenta grandes índices de criminalidade se não existir planos de projetos efetivos de inclusão social e desenvolvimento educacional , humano e cultural.  As Forças Armadas só atenua o problema que voltará logo mais com força, pois o problema não foi tratado como se deveria para ir perdendo força. Inclusive,  as ações de inteligência para achar fornecedores de armas e drogas para as favelas são muito precária. 
 
É importante frisar aqui,  que quando se fala sem politica de segurança e liberar verba para ela a conversa e a ideia é: Vamos comprar Tanques de Guerra, Helicópteros , Bazuca e Fuzil para armas nossas Polícias. 

 

2ª) Certa vez uma criança de 10 anos abriu fogo contra PMs no Rio de Janeiro. O que a sociedade vai fazer? Baixa idade penal para 10 anos e colocá-la em uma cadeira elétrica? Ora, já pensou se a gente invés de tratar os drogados e aidéticos, nós passássemos a mandá-los todos para forca! 

 

3ª) Solução da Criminalidade = Políticas Sociais Humanísticas + Reformulação do Sistema de Leis + Reformulação do Sistema Prisional.

 

4ª) Poderão ser  construídos presídios modelos nos interiores dos Estados  com ajuda dos presos em forma de mutirões, bastando o governo  fazer a terraplenagem da área, as fundações, montagem do esqueleto civil e bater as lajes. Ou seja, o governo faz o serviço pesado e complexo, mas com a ajuda dos presos, sobre a orientação dos mestres-de-obras e engenheiros. Isso torna a construção rápida e barata.
Na mesma condição de construção poderá está acoplado aos presídios uma fábrica, seja de produção de produtos rurais ou industriais, para os presos poderem trabalhar nelas, e os produtos deverão ser destinado ao suprimento dos órgãos públicos, e mais um centro de formação e capacitação. Esse modelo de presídio se auto  paga em parte seus custos de despesas mensais.
 

Observação Importante: Em razão desse texto escrito acima um bando de animais brigando por poder e querendo impor suas ideologias violaram e estão violando  meus Direitos e minha Privacidade e com a ajuda da Mídia do Brasil estão gerando  grande terror.

 

"Eduquem as crianças e não precisaremos castigar os homens."