O combate a fome no Continente Africano

01-03-2016 07:02

 “O combate a fome no Continente Africano se consolida através de medidas de desenvolvimento de técnicas de plantio e cultivo de alimentos em terras de baixa riqueza de nutrientes e de grande incidência solar. Tais técnicas inclui principalmente, a de irrigação arábica e de adubação adaptada ao tipo de solo. Programas Sociais de melhor distribuição de renda, tais como o Bolsa Família do Brasil, e de construção de cisternas são também de grande vertente no combate a fome e a miséria no Continente Africano. ” 

 

Observação:  Existe a possibilidade em certas situações que se pode aplicar a Farinata, que é formada por alimentos que estavam prestes para estragar (no mínimo 3 meses antes de estragar) e são triturados, secados e processados, virando uma farinha ou cereal rica em nutrientes e garantido na sua formação um bom sabor a ela. Essa Farinata depois desse processo ganha mais tempo de validade que supera e muito os 3 meses de validade. Essa tecnologia é aplicada no espaço na alimentação dos  astronautas. Esse método de Farinata pode ajudar a sanar a fome na África também, por questão logística, armazenagem, financeira e melhor aproveitamento de alimentos. Lembro aqui, como exemplo, que no Haiti muitos famintos  faziam Biscoito a base de argila amarela e sal para comerem e sanar a fome.

 

Observação Importante sobre o Continente Africano:

 

É importante que as leis dos Países Africanos tenham o compromisso com a Democracia e com o desenvolvimento social e econômico dos seus países por meio de seus recursos naturais e representantes do povo.

 

Explicação

 

Observa-se nos países da África que existe a dificuldade em encontrar quadros capacitados para fazer funcionar a máquina do Estado, até mesmo no que concerne às tarefas mais elementares. Estima‑se que, à época da independência, apenas 16% da população africana adulta era alfabetizada. Na África subsaariana, ao final da década de 1950, havia apenas 8 mil africanos com educação secundária, dentre uma população de cerca de 200 milhões, e quase metade concentrava-se em dois países: Gana e Nigéria. Não mais de 3% da população em idade escolar completava a educação secundária. Poucos dos novos países contavam com mais de 200 estudantes universitários. Somente um terço da população em idade escolar frequentava a escola primária. Mais de três quartos dos cargos de alto nível no governo e na iniciativa privada eram ocupados por estrangeiros. Essas deficiências nem sempre são acidentais, mas refletiam, por vezes, o temor de quem estão no poder quanto aos efeitos subversivos que a educação de seus súditos poderia produzir.

 

Nessas circunstâncias que perpetua até hoje , não é de se estranhar que se impera a instabilidade política e que os padrões de eficiência e probidade da administração pública são deficientes. Poucos dos regimes democráticos sobreviveram longo tempo, sendo substituídos pelos governos personalistas de “homens fortes”, alçados ao poder e nele mantidos por uma mistura de carisma pessoal e força bruta.  Há uma dificuldade de renovação politica nessas circunstancias. 

 

Em bom número de países, os militares foram tentados a intervir no processo político para pôr fim a sucessivas mudanças de governo. Muitos golpes tiveram lugar sem violência e foram recebidos com alívio pela população. Os golpistas, frequentemente, alegavam que sua intervenção era apenas temporária, devendo perdurar apenas o suficiente para a superação do quadro vigente de corrupção, nepotismo, má administração e tribalismo. Infelizmente, os governantes militares africanos em geral não se revelaram mais competentes, mais imunes à tentação da corrupção ou mais dispostos a abrir mão do poder que seus predecessores civis.

 

Observações:

 

1ª) O que está acontecendo na Síria é um exemplo ao mundo todo mostrando o que pode acontecer a um país onde a lei não garante o Estado Democrático de Direito e tudo citado acima vale nesse exemplo. Nenhum politico pode ficar mais de dois mandado consecutivo em um total de 8 anos no poder. Deu esse 8 anos, esse politico não pode concorrer a nenhum cargo politico até as próximas eleições. Ou seja, ele fica afastado da vida politica um mandato. Depois ele pode concorrer de novo a qualquer cargo politico. Isso impede que aconteça o que está acontecendo na Síria e tudo citado acima.  

 

O líder lá da Síria, em vez de levar tropas militares até o local dos rebeldes para lutarem frontalmente em Infantaria, ele não faz isso. Ele bombardeia zonas urbanas, destruindo essas zonas e matando civis. Isso é criminoso e pode ser condenado pelos tribunais internacionais por isso tudo. É apoiado pela Rússia nisso, porém já mais  bombardearia Moscou, destruindo a cidade e seu povo, se fizesse isso, o povo derrubaria o Governo Russo, pois  a regra é ir corpo a corpo em infantaria. Além de matar civis, quanto custaria reconstruir o que foi destruído? 

 

Os EUA dá apoio aos tais rebeldes (querem derrubar o Governo, porque a LEI do PAÍS não garante a renovação política e o bem estar do povo), mas imagine se os EUA querendo derrubar um dos Governadores dos seus Estados financiasse armas e muitas coisas mais para rebeldes derrubasse o Governador desse Estado, o povo Americano derrubaria o Presidente.   No meu quintal não pode ter zona, mas no quintal dos outros pode ter zona. Sempre foi assim. Esse é o exemplo para o mundo todo para seus países terem leis solidas que garanta a renovação politica, econômica e de bem estar social e o Estado Democrático de Direito, assim vocês não terão problema dentro dos seus países.

 

2ª) No Brasil é outro exemplo, pois aplicaram um Golpe de Estado Sofisticado para tomar o poder, porém isso tudo está sendo mostrado ao povo e as coisas estão sendo estabilizada. 

 

3ª) Na Venezuela, acontece ao parecido com tudo isso, porém eu expliquei ao Presidente da Venezuela isso tudo aqui, se ele vai trabalhar a lei para melhorar as coisas lá eu não sei.  Mas ele deve nas modificações das leis garantir que elas tenham solides que garantam a renovação politica, econômica e de bem estar social e o Estado Democrático de Direito, melhorem a Economia e outras coisas mais. Mesmo que os políticos de oposição façam de tudo para derrubar ele que foi eleito legitimamente e tente montar uma zona dentro do país, desestabilizando tudo (leis, eleições, Imprensa, Economia...).  O mesmo não é um Ditador, mas a postura de autoritário dele para estabilizar as coisas e melhorar elas esbarra na oposição dos políticos por divergirem e para fazer valer rápido as coisas, ele adota medidas que faz ele parecer  um ditador. Mas tudo isso é porque o país não tem leis que garantam tudo o que foi dito já aqui. 

 

Observação Importante

 

Os sistemas políticos do mundo devem ser respeitados, independentemente de eu concordar ou não com ele. Por esta razão, não cabe aos EUA acharem que são os donos do mundo e quererem dar bloqueios econômicos para quem não tem o sistema igual aos deles. Exemplo aqui são os Bloqueios criminosos a Cuba e a Venezuela. Tentando gerar um caos para conseguir mudar um sistema político. LEMBRO AQUI QUE FOI OS EUA QUE PROMOVERAM AS DITADURAS MILITARES NA AMÉRICA LATINA QUE TANTO MAL E DESGRAÇAS CAUSARAM. SEM  FALAR DOS APOIOS IRRACIONAIS AO ESTADO DE ISRAEL PARA FICAR CAGANDO NA CABEÇA DOS PALESTINOS, QUE INDIRETAMENTE  FAZ COM OS PALESTINOS O MESMO QUE O NAZISMO FIZERAM COM ELES, SÓ MUDANDO OS MÉTODOS E O TEMPO. Daqui aplico o Trump vai querer dar bloqueio econômico para CHINA, ou para RÚSSIA por ter seu Hino Nacional falando sobre o Comunismo. Se um sistema for ruim, o país que adota ele ficará em atraso de desenvolvimento em vários sentidos naturalmente, como sempre ocorreu na história das civilizações, o que forçará a mudar o sistema.

 
 
Observação:
 
É importante que as leis dos Países Africanos tenham o compromisso com a Democracia e com o desenvolvimento social e econômico dos seus países por meio de seus recursos naturais e representantes do povo.
 
Explicação:
 
Observa-se nos países da África que existe a dificuldade em encontrar quadros capacitados para fazer funcionar a máquina do Estado, até mesmo no que concerne às tarefas mais elementares. Estima‑se que, à época da independência, apenas 16% da população africana adulta era alfabetizada. Na África subsaariana, ao final da década de 1950, havia apenas 8 mil africanos com educação secundária, dentre uma população de cerca de 200 milhões, e quase metade concentrava-se em dois países: Gana e Nigéria. Não mais de 3% da população em idade escolar completava a educação secundária. Poucos dos novos países contavam com mais de 200 estudantes universitários. Somente um terço da população em idade escolar frequentava a escola primária. Mais de três quartos dos cargos de alto nível no governo e na iniciativa privada eram ocupados por estrangeiros. Essas deficiências nem sempre são acidentais, mas refletiam, por vezes, o temor de quem estão no poder quanto aos efeitos subversivos que a educação de seus súditos poderia produzir.
 
Nessas circunstâncias que perpetua até hoje , não é de se estranhar que se impera a instabilidade política e que os padrões de eficiência e probidade da administração pública são deficientes. Poucos dos regimes democráticos sobreviveram longo tempo, sendo substituídos pelos governos personalistas de “homens fortes”, alçados ao poder e nele mantidos por uma mistura de carisma pessoal e força bruta.  Há uma dificuldade de renovação politica nessas circunstancias. 
 
Em bom número de países, os militares foram tentados a intervir no processo político para pôr fim a sucessivas mudanças de governo. Muitos golpes tiveram lugar sem violência e foram recebidos com alívio pela população. Os golpistas, frequentemente, alegavam que sua intervenção era apenas temporária, devendo perdurar apenas o suficiente para a superação do quadro vigente de corrupção, nepotismo, má administração e tribalismo. Infelizmente, os governantes militares africanos em geral não se revelaram mais competentes, mais imunes à tentação da corrupção ou mais dispostos a abrir mão do poder que seus predecessores civis.