O método de cobrança dos Táxis e Trânsito

05-04-2017 09:45

 

Se os taxistas usarem um traçador de rota que defina a distância da corrida e o valor com base na quilometragem (exemplo: Um GPS e uma Calculadora), possibilitará os clientes saberem com antecedência quanto irão pagar pela corrida. Isso possibilitará o cliente saber se o dinheiro dará para pegar o táxi ou não. Isso também aumentará o número de passageiros de táxis consideravelmente e ficará bom tanto para os taxistas quanto para os clientes. Um exemplo de algo parecido é as peças de carne embaladas dos mercados. Antes, essas peças ficavam sem o preço, os clientes pegavam elas e só iriam saber o valor real delas no caixa do mercado. Isso fazia com que os clientes deixassem a peça de carne no caixa, desistindo assim da compra. Os mercados então passaram a colocar o valor nas peças de carne embaladas. Isso fez com que as vendas aumentassem, pois cada cliente passou a levar a peça de acordo com seu dinheiro e deixando de passar vergonha. É importante frisar que esse método se aplicado aos táxis possibilitará a negociação do valor da corrida entre o taxista e o passageiro, o que torna o sistema de táxis competitivo aos demais sistemas que possam a vim a surgir, pois a Constituição Federal de 1988 garante o surgimento dos mesmos e exercerem a função. Esse método de conhecer previamente o valor da corrida já é adotado dentro da Rodoviária do Tiete e por cidades dos Interiores dos Estados.

Observação: O taxímetro não sairia dos táxis, pois se o táxi fosse parado enquanto estava em movimento na rua, então o taxímetro seria ligado. Além disso, esse método de cobrança do taxímetro não atende os anseios do povo em si e não possibilita a democratização do sistema de táxi.
 

 

Observação Importante sobre Preços:

 

Algum iluminado no Congresso Nacional fez uma lei dizendo que não se pode vender mais pão por unidade, somente por Quilo (Kg) e outros mais iluminados do que ele aprovaram a lei. Na prática o que acontece é se o pão estiver quente devido a vapores que ainda estão saindo dele, ele pesa mais, então em vez de você levar com dois reais 6 pães, você leva 4 (se você querer os 6, você tem que ir dar umas voltinhas para esperar o pão esfriar e você comprar os 6 com os dois reais). Além disso, a padaria compra o pão congelado para assar e vende-lo, mas se o pão estiver muito congela, ele pesa mais também. Ou seja, nas periferias ninguém vende pão a Quilo (Kg), somente a unidade, como era antes. Ora, se for vender pão por Quilo (Kg) nas periferias, pobre não iria comer mais pão. Ou seja, todo mundo perde e o povo não sabe bem quanto vai custar a quantidade  de pão que quer. Qual a solução?  Cobrar os responsáveis que fizeram a lei para a revogá-la.

 

Trânsito Brasileiro:

 

 

1ª) Foi passado a seguinte mensagem para o Contran:

 

Com relação a renovação da CNH, se faz necessário que todos os condutores de veículos automotores ao renovarem sua CNH passem antes por uma reciclagem de no mínimo metade do tempo do curso de formação de condutor Teórico, que é aplicado inicialmente as pessoas que querem tirar pela primeira vez a CNH. Tal medida é baseada em cima das observações de reduções de acidentes quando foi aplicada a reciclagem das Normas: NR 10, NR 35, NR 33 e das Reciclagens rotineiras dos Bombeiros Civis, Vigilantes e Policiais e das reciclagens dos Cursos Condutor de Transporte de Emergência, Condutor de Transporte Coletivo, Condutor de Veículo de Produtos Perigosos, Condutor de Veículo de Transporte Escolar,  pois entendesse que quando um profissional adquire hábitos e abaixa a guarda na segurança acidentes acontecem.

 

Então depois de analisarem com seus membros e cidadãos virou uma medida. Porém, o Governo Federal visando as eleições fez uma manobra revogando a medida através de uma a alegação pobre de que, o objetivo é evitar gastos extras aos condutores. Mas eu pergunto agora: os condutores que geram acidentes quanto de gasto eles geram para o Poder Público? E as vidas perdidas e mutiladas e com sequelas têm valor? Vamos ver quando eles e seus membros querido serem vítima de trânsito se as coisas mudam, pois a vida e as vítimas pobres são apenas estatísticas para os animais em Brasília.

 

2ª) Foi passando ainda essa outra mensagem ao Contran:

 

Friso aqui ainda novamente, que  em certos países começaram a adotar como forma de concretização e  educação de trânsito, vídeos de simulações de imprudências de trânsito e suas consequências em acidentes nas redes de comunicação televisiva de seus países. Isso mostrou um grande índice de redução de acidentes cometido no trânsito desses países ao passar do tempo que os vídeos eram exibidos em determinadas épocas do ano, exemplo no Brasil, feriados prolongados e épocas festivas que aumenta o volume de carros nas auto-estradas. Foram ainda, colocados grandes outdoors com fotos de conscientização de trânsito nas principais vias e nos principais trechos delas de grandes acidentes.  Para  não ficar uma coisa repetitiva e monótona, os vídeos e as imagem dos outdoors têm que serem trocadas de forma periódica e por conteúdos mais educativos e de conscientização, independente se os conteúdos forem meio fortes , como por exemplo, as imagens que vêm nas carteiras de cigarros que mostra os  maus causados por eles.  Friso aqui, que o sucesso de tal medida se dará através da criatividade de criação de cada vídeo e imagem e das épocas a serem exibidas. Exemplo, a conscientização dos vídeos de não beber se for dirigir só deveria ser exibida as sextas, sábados e domingos. Além disso, os vídeos teriam que ser sempre criativos e não muitos repetitivos, ou seja, constantemente está produzindo novos vídeos e trocando imagem de outdoors. 

 

m.youtube.com/watch?v=cOP9QOQ2xxo

 

Porém os animais em  Brasília estão fazendo de tudo para dificultar as coisa e quem perde é a população.  

 

3ª) Foi passando ainda essa outra mensagem ao Contran:

 

Com relação aos extintores dos veículos, o que importa realmente na hora de uso dele em um incêndio é o TAMANHO e a QUANTIDADE do produto que está dentro do extintor e, não a CAPACIDADE do extintor.

 

Isso se deve simplesmente porque, na hora Do Incêndio, as pessoas se desesperam e não conseguem acerta a base do fogo rapidamente. Ao tentarem abrir o capô do motor do carro, aplicam o extintor nas frestas para conseguirem abrir sem se queimarem, ao fazerem isso já gastam boa parte do extintor, quando conseguem abrir e acerta a base do fogo, já está no fim do extintor. 

O Ideal então é que os veículos de 4 rodas tenham 2 extintores, um de baixo do banco do motorista e outro em baixo do banco do carona, e que esses extintores sejam do comprimento da largura dos bancos dos veículos. 

 

Ressalto aqui, que na hora que o veículo pega fogo no motor, as pessoas gastam um extintor inteiro ou mais só para tentarem abrir o capô do carro.

 

4ª) Se faz necessário o Código de Trânsito Brasileiro começar a adotar como forma penalidade de trânsito, a suspensão do direito de dirigir de pessoas alcoolizadas no volante e também de todos os passageiros do veiculo que terem Carteira Nacional de Habilitação, por igual tempo de suspensão para todos os ocupantes do veículo, em virtude dos mesmos  serem compassivos à situação de imprudência e ilegalidade e nada terem feito para impedir.  Além disso, é necessário aplicar uma multa proporcional ao valor do veiculo conduzido, podendo ser esse valor multiplicado até 5 vezes dependendo do caso. E esse valor da multa que deverá ser decidida por um juiz de direito, poderá ser parcelada. Resumidamente, o Cidadão vai ter que vender o carro para pagar a divida se não tiver dinheiro!  Isso é injusto? Não, pois essas pessoas mesmo quando perdem o direito de dirigir continua dirigindo o mesmo carro e não deixar seus familiares o dirigir. Se ele for alcoólatra , ele continuará dirigindo o carro sem Carta e bêbado, pois ele possuir o carro ainda.  Existem países que recolhe o carro o destrói, se pegar alcoolizado no volante.  Tal medida mostrará grande índice de redução de acidentes cometido no trânsito  por pessoas alcoolizadas. 

 

Detalhe: Aumentar a pena penal de prisão para motoristas bêbados não vai ajudar a diminuir os índices de pessoas bêbadas no volantes.

 

5°) Toda política pública de mobilidade urbana deve dar prioridade ao transporte público coletivo e as faixas exclusivas nas vias para os mesmos andarem em corredores. Exemplo: a cidade de São Paulo com suas faixas exclusivas de Ônibus priorizando o coletivo.

 

6°) A volta do sistema Controlar de fiscalização de emissão de gases veicular por todo o Brasil é de fundamental importância para a saúde da população e meio ambiente, sendo a taxa de inspeção cobrada e paga no boleto do IPVA do veículo anualmente.

 

7°) Se eu querer transformar uma faixa exclusiva de Ônibus, como a da Radial Leste, em Corredor de Ônibus para evitar invasões de outros veículos e dar mais agilidade aos ônibus nela, basta COLOCAR AQUELAS TARTARUGUINHAS que divide pistas, a cada um metrô, em cima da faixa pintada que divide as faixas. Lembro aqui que o Metrô e o Trem estão extremamente saturado e a SPtrans tirou um monte de linha de ônibus e direcionou o pessoal para o ônibus sanfonado da ET de Itaquera, o que saturou esse ônibus que anda na faixa exclusiva na Radial Leste.

 

 

 

 

Observação Importante sobre Preços:
 
Algum iluminado no Congresso Nacional fez uma lei dizendo que não se pode vender mais pão por unidade, somente por Quilo (Kg). Na prática o que acontece é se o pão estiver quente devido a vapores que ainda estão saindo dele, ele pesa mais, então em vez de você levar com dois reais 6 pães, você leva 4 (se você querer os 6 você tem que ir dar umas voltinhas para esperar o pão esfriar e você comprar os 6 com dois reais). Além disso, a padaria compra o pão congelado para assar e vende-lo, mas se o pão estiver muito congela, ele pesa mais também. Ou seja, nas periferias ninguém vende pão a Quilo (Kg), somente a unidade, como era antes. Ora, se for vender pão por Quilo (Kg) nas periferias, pobre não iria comer mais pão. Ou seja, todo mundo perde e o povo não sabe bem quanto vai custar a quantidade  de pão que quer. Qual a solução?  Cobrar os responsáveis que fizeram a lei para a revogá-la.